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Amigos e familiares pedem esclarecimentos e justiça pela morte de mecânico

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Inconformados, amigos e familiares de Marcone Alencar, fizeram carreata pelas ruas de Parauapebas. Ato ocorrido na manhã desta sexta-feira (6), quando saíram da porta da empresa que pertencia a Marcone, na Avenida dos Ipês, Bairro Cidade Jardim, percorrendo a Rodovia PA-275, Rua E, chegando ao Ministério Público pela Rua 8, no Bairro Cidade Nova, onde pediram justiça.

O caso, noticiado AQUI, se deu quando a Polícia Militar atendia uma denúncia que dava conta estar havendo uma confusão que chegou às vias de fato. De acordo com relatos da guarnição, ao chegar ao local nenhum dos envolvidos apresentou resistência, tendo sido um deles conduzido sem algemas no banco de trás da viatura; porém ao se aproximar da delegacia de Polícia Civil, de acordo com a versão dos policiais, Marcone Pereira de Alencar abriu a porta do veículo e saltou.


Como resultado do ato, o empresário bateu a cabeça no chão, e apesar de ter sido encaminhado com vida ao Hospital Geral de Parauapebas (HGP),  sofreu traumatismo craniano, tendo em seguida morte encefálica. Porém, a família contesta a versão apresentada pelos policiais e, por isso, pede que o caso seja investigado para que seja feita justiça.

Marcone Pereira de Alencar era bastante conhecido na cidade

 

De acordo com Francisco Assis Alencar, tio da vítima, Marcone entrou na viatura da polícia caminhado com saúde e com menos de 30 minutos já foi removido para uma viatura do SAMU, já tendo evoluído a óbito. “A responsabilidade é da autoridade; por isso, a gente precisa de um esclarecimento do que aconteceu no trajeto, pois, o corpo dele está todo roxo de aparente agressão. Se ele tivesse apenas pulado da viatura, o corpo estaria com escoriações de raladuras e a pancada fatal teria sido apenas em um local”, avalia Francisco Alencar, dizendo não acreditar na versão contada pelos policiais e pede justiça.

Francisco Alencar – Tio da vítima

 

O comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar em Parauapebas, Tenente Coronel, Gledson Santos, não gravou entrevista com a equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, mas, falou ter sido orientado pelo Comando da Polícia Militar a se pronunciar apenas após a conclusão do inquérito que já foi instaurado para apurar o caso.

Tenente Coronel Gledson Santos – Comandante da PM

 

O ato pacífico que foi organizado por familiares e amigos de Marcone Pereira de Alencar terminou em frente ao Ministério Público, onde o grupo, com palavras de ordem, pedia justiça.

 

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