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Apenas oito pessoas comparecem à manifestação na UPA

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Não mais que uma Live no Facebook. Assim se resumiu a manifestação marcada para acontecer na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que ao contrário da extensa pauta, não contou com grande número de participantes.

Apenas oito pessoas, sendo representantes do Movimento Contra a Corrupção de Parauapebas (MCCP) e moradores dos bairros Cidade Jardim e Nova Carajás, respectivamente, se fizeram presente ao ato ocorrido na manhã desta segunda-feira (14), quando se pretendia protestar pedindo a seguinte pauta:


 Memorando da permanência da UPA no Bairro Cidade Jardim;
 Construção de um Posto de Saúde no Bairro Cidade Jardim;
 Contratação de mais médicos para atender na UPA, tendo em vista que apenas dois trabalham lá por dia;
 Classificação da UPA de nível 2 para o nível 3, aumentando assim o número de leitos;
 Resolver os problemas em relação à falta de insumos;
 Disponibilização de ambulância em melhor estado de conservação pada a UPA;
 Melhorias no laboratório da UPA para que haja resultado melhor na entrega dos resultados dos exames;
 Melhorias em geral para a UPA;

A ideia da manifestação surgiu com o anúncio feito pelo prefeito Darci Lermen e o secretário municipal de Saúde, José das Dores Couto, dando por certo a mudança da UPA, que passaria a funcionar ao lado da Policlínica, no Bairro Jardim Canadá. O projeto do executivo não agradou a população que se mobilizou para fazer o manifesto contrário.

A manifestação da vontade popular fez com que chefe do executivo voltasse atrás e emitisse nota afirmando que a UPA não seria mais retirada do Bairro Cidade Jardim.

Pelo visto, aproveitando a mobilização e da vontade e liberdade de se manifestar, os líderes preferiram manter a realização do ato de manifestação, porém, não foram atendidos em seu chamado pela população. Nenhum representante quis gravar entrevista, mas, disseram em off que as pessoas não compareceram por se tratar de uma segunda-feira, em horário de trabalho, ou ainda por causa do clima de provável chuva que estava no momento.

Ainda segundo as poucas pessoas que marcaram presença no manifesto, assinaturas foram colhidas para um abaixo assinado e uma denúncia deve ser oficializada junto ao Ministério Público Federal, para que a unidade de saúde possa receber melhorias.

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