Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Após impasse e greve que durou 6 dias, médicos retornam ao trabalho em Parauapebas

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Após reunião realizada no final da tarde da última terça-feira (5), entre o Sindicato dos Médicos do Pará, Secretário Municipal de Saúde de Parauapebas, Secretário de Saúde Juranduy Soares e representantes do Conselho Municipal de Saúde, os médicos decidiram encerrar a greve que durou seis dias no município.

Segundo Juranduy Soares, a falta do pagamento dos plantões atrasados aconteceu por falta de orçamento para repasses. Desta forma, ele solicitou que a categoria participe de uma mesa de negociação com a Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz) para definir a forma de pagamento dos atrasados e garantiu que a falta de insumos e as condições de trabalho estão sendo resolvidas através de regularização de contratos. E afirmou, ainda, que irá incluir a categoria nas suas futuras decisões oferecendo apoio técnico, essencial à gestão.


O Secretário de Saúde deliberou retorno imediato das funções dos mesmos, invalidando o distrato de todos, e desculpou-se pelas demissões e pela forma arbitrária com que optou a escolha para demitir os médicos, referindo que estava apenas obedecendo ordens da Gestão Municipal para corte orçamentário.

Soares também se comprometeu a manter mesa de discussão a fim de mostrar a evolução dos pontos da pauta de greve que ficaram por serem resolvidos como: remuneração atrasada, condições de trabalho e cumprimento de resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM).

“A categoria médica optou após AGE imediata acabar com a greve, como prova de sua intenção de resolver os diversos problemas de forma pacífica e sem prejuízos à população”, disse a diretora Verônica Costa. “O Sindmepa e a categoria médica esperam dos demais membros da Gestão Municipal a mesma honestidade com que se posicionou neste momento o Secretário Municipal de Saúde de Parauapebas. Incluindo os que denegriram a categoria em veículos de comunicação, distorcendo os motivos da greve e tecendo comentários pejorativos contra os médicos”, concluiu.

Publicidade

Veja
Também