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Barreiras de segurança cobram cumprimento de lockdown em Parauapebas

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Disponibilizado pelo Governo do Pará, desde sábado (16), o formulário virtual para Autodeclaração de Exercício de Trabalho em Atividade Essencial e também para transitar pelas ruas, sendo válida em Belém e nos outros municípios onde foi decretado lockdown, está sendo exigido nas ruas de Parauapebas.

Trata-se das operações feitas no modelo barreiras, onde agentes de segurança conversam com, principalmente, condutores de veículos e passageiros pedindo a autodeclaração para transitar pela cidade ou ainda uma justificativa plausível que comprove o motivo da saída de casa.


De acordo com servidores da segurança que atuam nas barreiras, o percentual dos que apresentam o documento não chega a 50%, sendo que os demais apenas justificam verbalmente.

A equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar saiu às ruas e notou que a situação nas barreiras tem gerado congestionamentos, mas, não incomoda o governo que, pelo visto, não tem o menor interesse em facilitar a movimentação de pessoas e veículos pela cidade. “A fiscalização está sendo feita de duas maneiras. A primeira é através de barreiras, parando carros e motos; a segunda é uma feita por uma guarnição que atua na área comercial para averiguar se tem alguém que insiste em abrir o estabelecimento comercial que não seja considerado essencial”, conta o Coronel Gledson Sousa, comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar, informando que a partir de hoje a operação não é mais educativa, sendo que quem for flagrado transitando pelas ruas sem uma justificativa convincente deverá receber a sansão da multa de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).

 

De acordo com o militar, algumas multas já foram aplicadas hoje em Parauapebas, devendo as barreiras continuar até o domingo (24,) dia em que se encerra o lockdown, caso ele não seja prorrogado pelo Governo do Estado do Pará. O trabalho é feito em conjunto pelos órgãos de segurança, sendo: Polícias Civil e Militar, Departamento Municipal de Trânsito, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros.

Gledson afirma que não foi notado desobediência por parte dos comerciantes de ramos considerados não essenciais, mesmo assim, afirma que a fiscalização nesta modalidade não será relaxada, devendo ser mantida, também, até o último dia do lockdown.

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