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Canaã continua a bater recorde e Curionópolis sai da fossa

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Enquanto Parauapebas e Marabá lutam contra os números negativos e preocupantes de desempregos, ao menos temporariamente, alguns lugares bombam em empregos. Canaã dos Carajás, filho e vizinho a Parauapebas, bate recorde no Pará e no Brasil em criação de vagas: foram 792 entre janeiro e fevereiro por causa das obras civis da implantação do projeto de ferro S11D, que está quase no ritmo demissões da mão de obra temporária até aqui contratada. Em breve, Canaã vai mandar trabalhador embora de seus postos em proporções “parauapéricas”, mas, para quem não vislumbra isso, a onda é aproveitar. Mesmo porque, na etapa de operação do projeto S11D, ainda serão contratados 2.600 trabalhadores para postos fixos, a esmagadora maioria para serviços especializados e que exigem formação, no mínimo, técnica.

Curionópolis, irmão e também vizinho de Parauapebas, é outro que sente o gostinho do emprego. Lá segue firme com geração de 96 postos de trabalho, a maioria com lotação nos projetos de ferro Serra Leste e de cobre da Avanco. Mesmo quietinho e comendo pelas beiradas, o município de Curionópolis está assentado sobre uma província mineral à espera de acontecer. Prova disso é que muito garimpeiro não arreda o pé de lá, até hoje, atrás de bamburrar com alguma pepita, um eterno sonho adormecido.


Atualmente, existem 163 processos minerários, de diferentes autorias, querendo explorar a “butique” de minérios de alto valor em Curionópolis, segundo dados de agora mesmo fornecidos pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Quatro desses processos foram iniciados este ano, e a maioria visa à prospecção de ouro, cobre e minério de ferro. É mais processo que em Canaã, onde há 153 procedimentos ativos. Curionópolis só perde para Parauapebas, com 298 processos minerários, a maioria deles parada por inviabilidade técnica ou logística, já que a maior parte do município é ocupada por área de preservação ambiental; e para Marabá, que tem, disparadamente, 555 processos, decorrente particularmente por sua extensa dimensão territorial.

Reportagem: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

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