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Cooperativa de transportes de Carajás pede construção de ponto de apoio

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Quem falou do assunto foi Manoel Alves, vice-presidente da COOPAVEL (Cooperativa Mista de Condutores Autônomos de Carajás); ele conta que, há 25 anos, os 18 cooperados trabalham na atividade de transporte de passageiros da portaria da FLONACA (Floresta Nacional de Carajás) até o Núcleo Urbano de Carajás e, há 10, reivindicam a construção de infraestrutura no local. o que, em sua opinião, beneficia tanto os operadores do sistema de transporte, quanto os passageiros.

“Na gestão passada, o governo nos pediu um projeto. Fizemos e apresentamos. Mas com o fim do governo e o início sob o comando de outro gestor, tudo está parado. O que estamos sabendo é que o atual governo se reuniu com a Vale para tratar do assunto, mas não nos procuraram”, relata Manoel Alves, denunciando a falta de condições de trabalho e a insegurança dos passageiros no embarque e desembarque.


E explica que no projeto consta estacionamento para 15 vans, área coberta, banheiros e definição de área, já que a que usam hoje é uma cedência provisória do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Outra reclamação apresentada por Manoel Alves é a inexistência de estrutura importante como, por exemplo, banheiro e cobertura. Mas, os problemas vão além da falta de infraestrutura, segundo Manoel Alves, o preço da passagem está defasado e a linha não oferece número suficiente de passageiros além de, quando tem um fluxo maior de pessoas, não tem como recuperar o prejuízo já que na estrada Raimundo Mascarenhas, via pela qual transitam as vans, só é permitido transportar passageiros sentados.

Manoel Alves mensura que no ano passado, 2016, outras cooperativas receberam dois reajustes, sendo um em maio e outro em novembro que somados deu 25%; já para eles o reajuste foi de apenas 11% elevando a passagem de R$ 4,00 para R$ 4,50. “Na linha Palmares, que é de apenas 22 quilômetros, a estrada é plana e é permitido levar passageiros em pé, e tem embarque no trajeto, e custa R$ 6,00. Enquanto nosso trajeto, de 25 quilômetros, além de ser mais longe, não tem embarque, por causa de ser dentro de uma floresta”, mensura Manoel, dizendo estar com o valor defasado.

Reportagem: Francesco Costa / Da redação do Portal Pebinha de Açúcar

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