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Dia Mundial do Rim conscientiza população sobre cuidados com a saúde

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O objetivo é incentivar e facilitar a educação, a detecção precoce e um estilo de vida saudável nas crianças e seus pais para combater o aumento das doenças evitáveis nos rins.
A campanha promoverá a iluminação dos principais monumentos do país, atividades em parques e em outros locais públicos e engajamento de personalidades. Em 2015, o tema foi ‘Campanha para Rins Saudáveis’ e contou com a participação do craque Neymar e de outros esportistas e personalidades de outras áreas.

“O Dia Mundial do Rim é um marco para chamar a atenção de todos para a importância da prevenção das doenças renais. Mas é importante lembrar que atuamos diariamente para mostrar que a prevenção é o melhor caminho para cuidar dos rins. A Sociedade Brasileira de Nefrologia está sempre de portas abertas para os médicos e toda a população”, ressalta a presidente da Sociedade, Drª Carmen Tzanno Branco Martins, que foi nomeada embaixadora do Dia Mundial do Rim no Brasil.


Dentre as ações para contribuir com a data, estão: encorajar a adoção de hábitos saudáveis (reduzir o consumo de sal, manter uma dieta balanceada, beber água e praticar atividades físicas), compartilhar o conhecimento e informar as pessoas sobre a importância dos rins e a gravidade da Doença Renal Crônica (DRC), incentivar os profissionais de saúde a educar as pessoas sobre diabetes e hipertensão como fatores de risco para o desenvolvimento da DRC e a importância da manutenção de um estilo de vida saudável.
A DRC é a perda progressiva da função dos dois rins e pode ser detectada em estágio inicial por exames de urina e de sangue, a dosagem de creatinina. As causas mais comuns são hipertensão arterial (pressão alta) e diabetes.

Existem oito regras de ouro para prevenir a DRC: praticar atividade física regularmente, controlar o nível de açúcar no sangue para evitar o diabetes, monitorar a pressão arterial, manter uma alimentação saudável e evitar o sobrepeso, manter-se hidratado ingerindo líquidos não alcoólicos, não fumar, não tomar remédios sem orientação médica e consultar um médico regularmente para verificar a situação dos rins. “O enfoque na infância serve para alertar aos pais que hábitos de vida saudável devem ser estimulados desde cedo e que crianças também devem medir a pressão arterial e consultar o médico, principalmente se tiverem histórico familiar de doença ou alterações de crescimento, apetite, peso e da urina”, ressalta a especialista.

No Brasil, existem diferenças regionais importantes na incidência e prevalência da Doença Renal Crônica (DRC), com maior frequência da patologia nas regiões Sul e Sudeste, em detrimento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Na maioria das vezes, o diagnóstico é tardio e incompleto.

Nos últimos dez anos, o número de pacientes com DRC cresceu cinco vezes mais do que a quantidade de clínicas de diálise. Muitos pacientes que precisam de tratamento não conseguem vagas.
“Cerca de 10% da população mundial sofre de algum tipo de doença renal, e anualmente milhões de pessoas morrem devido a complicações decorrentes da DRC. Muitos se esquecem, mas o rim é um dos órgãos mais importantes do corpo humano”, finaliza Drª Carmen.

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