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Escola Estadual Eduardo Angelim celebra esta semana 30 anos de muitas histórias

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Nesta segunda-feira (27) e na terça (28), a Escola Estadual de Ensino Médio Eduardo Angelim vai celebrar seus 30 anos de serviços prestados ao município de Parauapebas, numa grande festa escolar-comunitária denomina “Eduardo Angelim 30 Anos – Bodas de Pérola”. Com cerca de 1.350 estudantes em três turnos, é a segunda escola mais populosa de ensino médio de Parauapebas, atrás apenas da Escola Euclydes Figueiredo. O encerramento da programação será fechado na quarta (29) com a Quadrilha Junina.

A história da Escola Eduardo Angelim é anterior à de Parauapebas. Isso porque o prédio foi fundado antes mesmo da emancipação do município, que só ocorreu em maio de 1988. Por isso, de acordo com a diretora da unidade, Ana Maria Santos, a comemoração será à altura, com programação cultural que mobilizou os estudantes desde o início do mês e os levou à escola, para planejamento operacional até mesmo em dia de domingo.


“É uma celebração que conta com o esforço de professores, equipe pedagógica, pessoal de apoio e, sobretudo, dos nossos alunos, que sempre foram os protagonistas dessa história linda”, destaca Ana Maria, que se emociona.

A própria história escolar de Ana Maria se confunde com a da Eduardo Angelim. Ela, que hoje está diretora, foi aluna na escola e, anos depois, graduada em Letras e concursada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), tornou-se professora até galgar ao posto em que se encontra atualmente. “São 20 anos de história com a escola, praticamente ininterruptos.”

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DEPOIMENTOS

Para a estudante Gleiciane Rodrigues, do 3º ano noturno, a escola tem papel importante em sua vida porque, além do aprendizado que lhe proporciona, é um lugar de convívio social de quatro horas durante cinco dias da semana. “A escola [Eduardo Angelim] é mais que um lugar de aprendizado. É nela que estreitamos relações. É um orgulho fazer parte dessa história de 30 anos e ver que até alguns de meus professores passaram por aqui, no passado, como alunos igual a mim”, diz a estudante, que prepara, junto com sua turma, uma mostra de reciclagem para celebrar as “Bodas de Pérola”.

Na comunidade do Bairro Rio Verde, onde se localiza, a escola é benquista. De acordo com a moradora Oneide Batista, da Rua 10 de Maio, a Eduardo Angelim movimenta as ruas adjacentes à noite, juntamente com a Escola Paulo Fonteles, com o fluxo de estudantes. “Eu mesma já estudei na escola, onde concluí meu ensino médio, e vi meus filhos se formarem ali também”, revela. “Parabenizo a escola por sua contribuição social em nossa comunidade”, conclui.

FICHA HISTÓRICA

A Escola Estadual de Ensino Médio Eduardo Angelim foi fundada em 1986 e iniciou suas atividades com turmas de 1ª a 6ª série do ensino fundamental. No ano de 1988, passou a funcionar também com 7ª e 8ª séries. A partir de 1994, foi implantado o ensino médio (antigo 2º grau) e o ensino de 1ª a 4ª série passou à Escola Paulo Fonteles.

A unidade escolar, que antes era chamada de Escola Estadual de 1º e 2º Graus Eduardo Angelim, teve a nomenclatura alterada para Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Eduardo Angelim, em razão da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1998.

Em 2002, com municipalização do ensino fundamental, a Escola Eduardo Angelim mudou sua estrutura pedagógica e administrativa: o ensino fundamental ficou sob responsabilidade do poder municipal e o ensino médio, sob a batuta do poder estadual. A nomenclatura da unidade foi, mais uma vez, alterada e ficou da seguinte forma: Escola Estadual de Ensino Médio Eduardo Angelim e Escola Municipal de Ensino Fundamental Eduardo Angelim. Ambas as modalidades de ensino (fundamental e médio) funcionavam no mesmo prédio, que é de propriedade do Governo do Estado.

Desde sua fundação, a escola passou por várias mudanças. Onde, antes, funcionavam seis salas de aula, hoje são 12, mais dois laboratórios de informática equipados e com internet, um laboratório multidisciplinar (Química, Física e Biologia), uma biblioteca, quadra de esporte para Educação Física, pátio coberto e com refeitório, secretaria, sala de professores, sala de coordenação pedagógica e sala de direção.

Em 2014, as atividades de ensino fundamental foram encerradas no prédio, que só atende atualmente o ensino médio em três turnos.

Este ano, de celebração dos 30 anos de atividades ininterruptas, promovendo educação e formando cidadãos, a unidade educacional chega a 2.600 estudantes – entre próprios e distribuídos em anexos – e concentra, também, todas as atribuições de gerenciamento administrativo sobre os demais prédios do Governo do Estado existentes em Parauapebas, motivo pelo qual é conhecida como “Escola-Sede”.

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