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Estrada de Ferro Carajás é interditada pela segunda vez nesta semana

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Do G1 MA

Índios de diversas etnias bloquearam o km 289 da Estrada de Ferro Carajás (EFC) nesta quarta-feira (10), na altura do município de Alto Alegre do Pindaré, no Maranhão. A Vale informou, por meio de nota, que a manifestação não é direcionada à empresa. Os indígenas afirmam que, até o momento, o poder público não atendeu nenhuma de suas reivindicações por melhorias nas condições de saúde e educação, dentre outras.


Na última segunda-feira (8), manifestantes interditaram um trecho da Estrada de Ferro Carajás que passa pela Vila Maranhão, em São Luís, e ficaram sobre os trilhos da ferrovia na altura do Km 0. De acordo com nota enviada pela mineradora, a manifestação também não foi direcionada à Vale. Por conta do protesto desta quarta, não há viagem no Trem de Passageiros. O serviço será retomado assim que os indígenas liberarem a ferrovia.

Veja, abaixo, a nota da Vale na íntegra:

“A Vale informa que a Estrada de Ferro Carajás (EFC) está interditada por indígenas de diversas etnias do Maranhão, no trecho do Km 289. A manifestação não é direcionada à Vale. Os indígenas reclamam que até o momento o poder público não atendeu nenhuma de suas reivindicações por melhorias nas condições de saúde e educação, dentre outras reivindicações.

Hoje, quarta-feira, 10/7, não há viagem no Trem de Passageiros, sendo que o serviço não poderá ser prestado as comunidades enquanto a ferrovia permanecer interditada.

A Vale já obteve decisão de reintegração de posse na Justiça Federal, e aguarda o cumprimento da desocupação da EFC, pois qualquer ato público ou manifestação deve respeitar o Estado Democrático de Direito e o direito constitucional de ir e vir das pessoas que utilizam o transporte público ferroviário.

A Vale respeita o direito de manifestação dos Povos Indígenas e busca estabelecer um relacionamento positivo, construtivo e de confiança mútua com essas comunidades. Contudo, a empresa repudia ações de violência que põe em risco a segurança das pessoas e o patrimônio público e privado.”

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