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EXPORTAÇÕES: Parauapebas tem pior semestre da década e cai de 1º para 5º na balança

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A crise do minério de ferro, que derrubou o valor das exportações de Parauapebas, fez o município apresentar o pior primeiro semestre de sua história econômica, desde que ultrapassou a produção física de 100 milhões de toneladas de minério exportados – o que se deu em 2009.

Os dados de exportação referentes ao primeiro semestre deste ano saíram nesta terça-feira (7), nos calabouços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas ainda não foram divulgados oficialmente.


De Parauapebas para o mundo, tudo o que foi vendido em dólar em 2015 não representa sequer a metade do que foi negociado no primeiro semestre do ano passado: 1,96 bilhão de dólares em 2015 contra 4,28 bilhões no mesmo período de 2014.

Para comparar, nem mesmo a crise financeira de 2008 deixou tantas marcas na economia local quanto o contexto atual, em que o mês de junho de 2015 entra para a história municipal como o mais fraquinho dos últimos dez anos.

E tem mais: as perspectivas para o segundo semestre deste ano são as piores possíveis, no tocante à economia de Parauapebas, minguadamente monocommodity. Isso porque, se se concretizar a profecia de grandes bancos internacionais, de que a tonelada do minério de ferro vá cair a menos de 40 dólares, as exportações de Parauapebas poderão ir à lona – e, consequentemente, o recolhimento da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem). A coisa está feia, e a crise é “braba”.

Reportagem especial: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar
Foto: Arquivo

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