Confirmados
27.650
Recuperados
18.995
Óbitos
190

 Publicidade

Grávida que foi encontrada morta em Parauapebas é identificada

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Durante a tarde de ontem (12), o cadáver de uma mulher grávida que foi encontrado em adiantado estado de putrefação nas águas do Igarapé Ilha do Coco, em Parauapebas, como foi noticiado AQUI, foi identificado por um irmão da vítima como sendo de Jaqueline Moura Barreto, de 21 anos de idade.

Os restos mortais de Jaqueline foram enterrados no Cemitério Jardim  da Saudade, em Parauapebas ainda no final da tarde de segunda-feira (11).


Até o presente momento, os familiares não procuraram oficialmente a delegacia para registrar queixa, porém na tarde de terça-feira (12), a reportagem esteve na residência de Maria Elza Conceição Moura, 73 anos de idade, avó da vítima. Ela afirmou que Jaqueline estaria grávida do quinto filho.

Foto da vítima ainda em vida

 

De acordo com Maria Elza, sua neta havia saído de casa por volta das 11h00 da manhã de sexta-feira (8) e não mais voltou. “Ela pediu R$ 10,00 para o avô dela dizendo que iria fazer uma viagem, acho que nem almoçou e logo saiu. Era de costume ela sair e só retornar dois, três dias depois”, relatou Maria Elza, afirmando que não conhece com quem sua neta estava se relacionando amorosamente e nem quem era o pai da criança que Jaqueline esta esperando, sendo que tomou conhecimento da morte de sua neta através do neto dela que teria entrado em casa chorando e falando que tinham matado Jaqueline. “Ele foi ao IML se informar e logo retornou afirmando que era verdade, ele reconheceu o corpo dela através da tatuagem com o nome da primeira filha dela, Sofia”.

“A vizinha trouxe a foto no celular para eu ver, então constatei que realmente se tratava da minha neta, ela estava com sete meses de grávida e esse seria o quinto filho dela. Ela era solteira nunca casou”, ressaltou a avó da vítima, acrescentando que não foi encontrado nenhum hematoma em sua neta. “Também me disseram que ela teria sido estuprada, não sei se é verdade ou não”.

 

Dona Maria disse não acreditar que sua neta tenha morrido afogada, e nos relatou que ela não trabalhava e que sua neta tinha uns relacionamentos passageiros, e que a última vez que a viu, foi pedindo dinheiro para seu avô. “Acho que ela ia se encontrar com alguém, mas, não sabemos com quem seria. Ela nunca contou para mim sobre seus relacionamentos e nem se estaria sofrendo ameaças. Espero que a polícia descubra a verdade, pois seria muito importante tirar as dúvidas de minha cabeça”, disse a avó da vítima.

Publicidade

Veja
Também