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Manbol é implantado em dez escolas municipais de Parauapebas

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Na cerimônia da aula inaugural, a secretária de Educação, Juliana de Souza, disse que inicialmente o projeto será implantado em 10 escolas, pois trata-se de um projeto piloto. “Nós fizemos um contrato inicial para implantarmos o Manbol em algumas escolas. Se as crianças e os professores de Educação Física aprovarem e tivermos um resultado positivo no desenvolvimento da criatividade que tenha um cunho pedagógico esportivo, com certeza, iremos expandir essa nova modalidade na rede de ensino”, explicou.

O prefeito Valmir Mariano definiu a modalidade esportiva como “um esporte paraense, tipicamente parauapebense, que nasceu em nosso município, sendo um esporte diferenciado”. Disse também que é meta da gestão fazer uma educação diferenciada em Parauapebas.


Manbol
A modalidade foi fundada em Parauapebas em 1992, por meio do jovem Rui Hildebrando. Inicialmente, o Manbol era uma brincadeira de criança realizada com mangas, que originou o nome do esporte. Mais de uma década se passou e a brincadeira se tornou popular entre os jovens que acabaram por incentivar o criador a elaborar regras oficiais e materiais adequados para a prática, oficializando o nome Manbol em 2004, na capital do estado Belém.

O esporte foi lançado publicamente e não demorou muito para chamar a atenção devido seu dinamismo e sua característica mais peculiar: o uso de duas bolas ovais simultaneamente. Devido ao sucesso da modalidade, foi fundada em 16 de junho de 2004, a Confederação Brasileira de Manbol (CBM) cujo objetivo é a manutenção e divulgação do esporte em todo o território nacional.

Como qualquer manifestação esportiva praticada de forma lúdica ou em caráter de lazer, com regras e constituição própria, é considerada um desporto e, pode-se afirmar que, a partir daquele momento, o Manbol se tornava oficialmente um desporto nacional.

Escolas beneficiadas
EMEF Milton Martins; EMEF Mário Lago; EMEF Nelson Mandela; EMEF Dorothy Stang; EMEF Olga da Silva; EMEF Faruk Salmem; EMEF Domingos Cardoso; EMEF Novo Horizonte; EMEF Machado de Assis e EMEF Carlos Henrique.

Reportagem e fotos: Luzandra Vilhena – Ascom/Semed

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