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Mandados de prisão são cumpridos contra acusados de estupro de vulnerável

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Ana Carolina – Titular da DEAM

Diversos mandados de prisão estão sendo dado cumprimento pela Polícia Civil de Parauapebas, através da Delegacia Especializada de Atendimento à Adolescentes e a Mulher (DEAM) contra acusados de estupro de vulnerável.

De acordo com a delegada Ana Carolina, diretora da DEAM, os acusados evadem de suas residências, muitos retornando para suas cidades de origem ou indo para a zona rural, o que dificulta a localização e o cumprimento do mandado. “Muitas denunciantes não acreditam que a pessoa será presa, mas, na medida que vamos encontrando os acusados, vamos cumprindo os mandados”, explica a delegada, pedindo que as pessoas acreditem na polícia e efetivem as denúncias, pois, o órgão espera a melhor oportunidade para efetuar as prisões.


Outra importante orientação dada pela delegada é que os pais fiquem atentos ao comportamento dos filhos, principalmente das meninas, pois, quando são molestadas costumam ficar mais agressivas, choronas e introspectivas.

A delegada Ana Carolina retornou ao trabalho na última segunda-feira, 11, após gozar da licença maternidade e férias. Agora, diz que dará seguimento aos trabalhos e nos cumprimentos de mandados de prisões e representações ante o surgimento de novos casos.

Cumprimento de mandados de prisão – Um dos mandados de prisão cumpridos foi contra Antônio Nascimento Ferreira, de 44 anos de idade, acusado de estupro de vulnerável, crime previsto no Artigo 217 A, do Código Penal. Ele nega o caso dizendo que cuida da educação dos enteados com severidade e foi mal interpretado. De acordo com o acusado, a esposa o acusou por ciúmes, mas, não tem “culpa no cartório”.

Outro mandado cumprido, também por acusação de estupro de vulnerável, foi contra o carpinteiro Alex da Silva. Ele tem 39 anos de idade e, há um ano foi denunciado pela mãe da menor de apenas 11 anos de idade, com quem vivia em união estável na Vila Paulo Fonteles.

O acusado foi encontrado depois de um ano, preso, nega as acusações dizendo que nunca mexeu com a enteada. “Quando houve a denúncia eu estava trabalhando e de lá mesmo fui embora. Mas, agora quero esclarecer isso para resolver minha vida e criar minha filha recém-nascida”, defende-se Alex, contando que a própria denunciante compareceu para retirar a queixa.

Culpados ou inocentes, ambos estão à disposição da justiça e caso sejam respectivamente condenados poderão cumprir pena de reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos.

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