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Mesmo em baixa, Parauapebas ‘carrega’ o Pará nas costas

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O resultado da Balança Comercial dos Municípios, que será oficialmente divulgado ao longo da semana pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), vai trazer números catastróficos sobre as exportações de minério de ferro, em dólar, de Parauapebas.

Enquanto em fevereiro do ano passado o município, por meio da multinacional Vale, exportou 403,5 milhões de dólares, no mesmo período deste ano o valor despencou para 254,7 milhões, embora o minério de ferro das minas parauapebenses continue firme como o fiel da balança do Pará, literalmente, já que responde por 38,76% das exportações do Estado.


De cada três dólares que o Pará exporta, um sai das costas de Parauapebas.

PARÁ É 62% MINERAÇÃO

No mês passado, roubaram a cena na Balança Comercial as minas de cobre de Salobo, em Marabá, e de Sossego, em Canaã dos Carajás. Juntas, a Vale, a partir delas, mandou ao exterior cerca de 133 milhões de dólares, o melhor fevereiro de sua história em se tratando desse metal. Na pauta de exportações paraenses, o cobre já ocupa a segunda posição, com 20% da fatia de vendas.

A mineração sozinha representou 62,6% das transações comerciais do Pará com o mundo. A China comprou 27,3% de tudo o que o Estado tinha a oferecer no período. Os argelinos, tão aguardados para fazer acontecer uma siderúrgica em Marabá, consumiram do Pará apenas 90 mil dólares em carnes, nada comparado aos 7,8 milhões de dólares devorados desse produto por Hong Kong ou aos 6,7 milhões consumidos pelo Egito.

As informações constam dos resultados preliminares para fevereiro divulgados pelo MDIC, que devem ser consolidados sem alterações e desmembrados por municípios até a próxima sexta-feira (4).

Reportagem: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar

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