Parauapebas é autossuficiente na produção de oxigênio medicinal

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Ampliação do número de usinas e compra de tomógrafo estão entre os investimentos da prefeitura de enfrentamento à pandemia

Os pacientes que precisam de oxigênio e de outros gases medicinais em Parauapebas são prontamente atendidos. O município é autossuficiente na produção de oxigênio graças às suas usinas de produção desses gases. A média de consumo de oxigênio na rede pública de Saúde chega apenas à metade do total da capacidade produzida.


“A nossa rede de oxigênio hoje está dimensionada para atender nossa necessidade. No HGP, nossa capacidade é de 48 mil litros por hora e nossa média de consumo está em torno de 25 mil. Na UPA, a nossa capacidade total é de seis mil mil litros por hora, e o consumo está em torno de dois mil”, explica Paulo Vilarinhos, secretário adjunto de Saúde.

Esse patamar de produção foi alcançado no ano passado em virtude do investimento da prefeitura na ampliação do número de usinas próprias, que passou de duas para quatro unidades. Três estão instaladas no HGP e uma na UPA.

“Em 2020, fizemos diversos investimentos para enfrentar a pandemia. Graças a Deus conseguimos minimizar o impacto e tenho certeza que o que fizemos foi fundamental para salvar vidas. Agora, nesse novo momento dessa pandemia, também não mediremos esforços. Se for necessário ampliar ainda mais a nossa capacidade de produção do oxigênio, faremos isso e já temos uma estratégia preparada”, garante o prefeito Darci Lermen.

Funcionamento das usinas

São gerenciadas pela empresa Tropical Gás, que presta serviços para a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). “O equipamento capta o ar da atmosfera, faz a sua limpeza e filtra só o oxigênio, que sai entre 93% e 96% de pureza”, explica Osmar Braz, supervisor técnico da empresa.

O oxigênio é conduzido aos leitos para atender os pacientes por meio da rede de gases instalada no HGP e na UPA. No caso de atendimento domiciliar ou de transporte de pacientes que necessitam de oxigênio em ambulância, são disponibilizados cilindros de gases em diversos tamanhos, abastecidos diretamente nas usinas.

De acordo com os dados da Semsa, são 200 cilindros disponibilizados para toda a rede, sejam Unidades Básicas de Saúde (UBS), Samu ou Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD).

Os dados de produção e consumo são monitorados em tempo real por meio de um Medidor de Vazão instantâneo. Os locais onde as usinas estão instaladas também são monitorados por sistema de câmeras.

Compra de tomógrafo

Outra excelente notícia para a população de Parauapebas está na aquisição em dezembro de 2020, pela prefeitura, de um tomógrafo para atender especialmente os casos de covid-19 e que já se encontra em funcionamento no Hospital Municipal. “A compra deu mais agilidade para o diagnóstico de covid no município, um atendimento que não é mais pelos contratados e que oferece mais comodidade aos pacientes”, diz Paulo Vilarinhos.

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