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Personal trainer que exercia a profissão de forma irregular vai parar na cadeia

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Aparência que se consegue nos treinos, os quais se adquire experiência e, olhando assim, não dá para notar se o profissional da área de atividades físicas é ou não formado e capacitado para seguir uma profissão tão importante, afinal, cuida do corpo humano.

Mas, não basta apenas experiência para ser um personal trainer, atividade que lida com saúde pública, é preciso ter formação em Educação Física, levando em conta que um exercício físico feito de forma errada pode levar a pessoa a graves lesões, não tendo depois a quem recorrer.


A atividade é fiscalizada pelo CREF18 Pará e Amapá (Conselho Regional de Educação Física) que pune tanto o falso profissional, quanto o responsável pela academia que contrata ou permite o falso profissional a exercer o trabalho de forma irregular.

Isso aconteceu em Parauapebas onde, durante uma fiscalização do Conselho Regional de Educação Física, foi flagrado um funcionário, enquanto trabalhava de forma irregular. De acordo com o professor e fiscal Rubervan Faustino de Melo do CREF18; “Estamos fazendo um trabalho na região para coibir as ilegalidades dentro das academias, onde se encontra alto índice de profissionais exercendo a atividade de forma ilegal”, explica Rubervan, dando conta de que o trabalho visa cumprir os dispostos referentes ao exercício legal da profissão, além de preservar a saúde da população.

Ainda segundo Rubervan, é preciso que as academias tenham presente nas instalações um bacharel em educação física; mas, ele lamenta que em muitas academias de Parauapebas há pessoas leigas se passando por profissionais e enganando as pessoas. Rubervan orienta ainda que é importante que o interessado no serviço de uma academia ou de um profissional, especificamente, peça para que o profissional de educação física apresente a carteira do CRECI, documento que o credencia para exercer a função.

Rubervan Faustino de Melo

 

O flagrado foi encontrado em uma academia no Complexo de Bairros VS-10, sendo conduzido para a 20ª Seccional de Polícia Civil, onde foi aberto Inquérito Policial para que ele responda pela contravenção cometida de acordo com a 9.696/98. O responsável pela academia também responderá pela infração, devendo pagar multa de até R$ 6 mil, valor que alcança também o técnico responsável.

A operação está sendo realizado em toda a região sudeste e sul do Estado, tendo passado por Marabá, onde foram interditadas três academias, em Eldorado do Cajás do Carajás, duas e em Curionópolis, uma. “A operação iniciou hoje em Parauapebas, onde nos primeiros momentos interditamos uma academia e apresentamos um falso profissional. Continuaremos por mais 15 dia aqui e em municípios vizinhos para tentar por freio à essa ilegalidade tão presente”, planeja Rubervan, explicando que é um direito do cliente que paga a academia ter um profissional formado na área e legal de acordo com o conselho.

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