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Polícia de Parauapebas prende mulher que aplicava “golpe do envelope vazio”

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A prisão de Wellen Cruz da Silva foi efetuada na manhã desta segunda-feira (6) no Bairro Altamira em Parauapebas na própria residência da acusada.

O comando da operação foi do Delegado de Polícia Civil Paulo, sob a coordenação da Superintendência Regional de Polícia Civil de Carajás que tem sede em Parauapebas.


A Polícia descobriu durante as investigações que “Eduarda” também praticava o golpe no município de Canaã dos Carajás.
Após ser identificada, ela foi presa em flagrante delito e conduzida para a Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, onde será autuada pelo crime de estelionato, previsto no art. 171 do Código Penal Brasileiro (CPB).

Sobre o golpe

Está muito popular ultimamente uma modalidade bem conhecida de estelionato, o golpe do falso depósito ou do envelope vazio. O golpista começa o crime demonstrando o interesse em um produto ou serviço oferecido pela vítima. Ele então oferece pagar pelo mesmo através de um depósito bancário. Ele então vai até o banco, faz um depósito sem colocar nenhum recurso dentro do envelope e obtém o comprovante do depósito, retornando para o local onde a vítima estava e mostrando o comprovante a ela.

Uma pessoa bem informada, já sabe que os depósitos bancários não caem imediatamente em sua conta porque devem ser conferidos antes pela instituição, justamente para evitar casos como estes envelopes vazios e dar um dinheiro de mentira para as pessoas. Mas uma pessoa mais inocente ou que esteja com um pouco mais de pressa pode cair na ansiedade de ter o dinheiro “em mãos” e se deixar levar pela lábia do criminoso.

Se você realmente tem ansiedade de venda de um produto, ou solicite o pagamento no mesmo momento em que entregará o produto ou serviço contratado ou peça para que o depósito seja feito na boca do caixa. O envelope nada mais é do que uma expectativa de um pagamento e que só deve ser inteiramente confiável quando for você mesmo.

Reportagem: Bariloche Silva – Com informações da Polícia Civil – Foto: Divulgação / Polícia Civil

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