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Projeto Pipa será reativado em Parauapebas e centenas de crianças serão beneficiadas

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Em 2016, representantes dos conselhos municipais que compõem a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) denunciaram o abandono de projetos sociais. Dentre os quais, o Pipa, criado em 1995 com o nome de Cecap e que no primeiro governo de Darci Lermen foi batizado de Pipa, por ser mais lúdico, mas que em 2013 passou a ser chamado de Projeto Criar. Agora, será retomado sob o nome Projeto Pipa.

Em visita às instalações do projeto, nesta segunda-feira (16), o prefeito Darci Lermen encontrou móveis, eletrodomésticos, computadores e outros objetos novos e usados empilhados dentro de salas, alguns deteriorados por conta do abandono.


O prefeito lamentou encontrar o espaço em condições precárias e anunciou a retomada do Projeto Pipa nos próximos meses. “O Pipa é o projeto dos olhos de qualquer governo. A questão principal que está em jogo é principalmente atender às crianças em tempo integral. Então, para isso nós vamos retomá-lo”.

Fechado em agosto de 2015, quando atendia a 759 crianças, o projeto possui uma área territorial que compreende a aproximadamente dez alqueires, boa parte composta por vegetação, que devido ao abandono passará por uma limpeza no próximo dia 28 de janeiro.

De acordo com o coordenador do Pipa, Rodrigo Leal, inicialmente serão atendidas cerca de 300 crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos que serão encaminhados através do Centro de Referência da Assistência Social (Cras).

Rodrigo Leal ressaltou que crianças em situação de alto risco social serão prioridades para participar do projeto. “Queremos fazer um trabalho junto com as famílias dessas crianças, pois temos que fazer este vínculo familiar crescer”, defendeu.

Com a retomada do projeto, deverão ser ofertadas atividades artesanais, esportivas, educativas e profissionalizantes, de acordo com a faixa etária. Com o fechamento do projeto, beneficiados como Djarly Mendes, de 22 anos, deixaram de ser atendidos.

Ao entrar no Projeto Pipa, aos 9 anos, Djarly começou a praticar caratê, acumulando oito títulos de campeã paraense; campeã Norte-Nordeste; e campeã brasileira na modalidade. “Recebemos atenção e carinho. Havia pessoas que estavam aqui realmente empenhadas em cuidar, ressocializar, nos tornar pessoas de bem. Não aprendi só a lutar caratê, mas ser uma pessoa melhor”, reconhece a carateca.

 

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