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SÉRIE CFEM | PARAGOMINAS: Mesmo sendo potência no campo, mineração é motor econômico

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A Prefeitura de Paragominas, no Sudeste Paraense, vê neste mês de março R$ 2,05 milhões entrarem na conta, como cota-parte da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem). Esse valor e os montantes recebidos em janeiro (R$ 2,36 milhões) e fevereiro (R$ 2,2 milhões) totalizam R$ 6,61 milhões e correspondem a 40% de tudo o que o governo municipal prevê arrecadar em royalties de mineração este ano: R$ 16,46 milhões. A informação foi levantada com exclusividade pela Associação Paraense de Engenheiros de Minas (Assopem).


Considerado município modelo em desenvolvimento infraestrutural, após ter evoluído da inglória alcunha de “Paragobala” para a convidativa “Paragobela”, Paragominas é nacionalmente conhecido por ser uma potência agropecuária e um centro madeireiro. O campo de Paragominas produz 12,5% das riquezas que pulsam em solo municipal.

Mas é a indústria extrativa mineral quem dá o tom da economia. Atualmente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada R$ 10 que circulam no município, R$ 4,11 saem da mineração. Pelos números da Agência Nacional de Mineração (ANM), o projeto de extração de minério de alumínio da empresa Mineração

Paragominas é o maior impulsionador da receita de compensação financeira no município.
Sem a presença da indústria mineral, o Produto Interno Bruto (PIB) local cairia hoje à metade e 1.400 postos de trabalho diretos, com carteira assinada, simplesmente não existiriam.

Fonte: Assopem

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