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Sintepp denuncia suposta truculência da Polícia Militar contra professora em Parauapebas

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Durante a tarde da última segunda-feira (5), o coordenador da subsede de Parauapebas do Sindicato dos Professores em Educação Pública do Pará (Sintepp), Rosemiro Laredo, procurou a equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar para denunciar uma suposta truculência da Polícia Militar do município contra uma professora.

Confira abaixo o texto divulgado pelo Sintepp:


“A Coordenação do Sintepp de Parauapebas vem a público repudiar a conduta de policiais militares do estado do Pará, que de forma truculenta e desrespeitosa abordaram, agrediram física e verbalmente, algemaram e conduziram a professora Bruna Furtado e seu primo na noite da última quinta-feira, 01 de fevereiro de 2018.
A coordenação salienta que, além de ser mulher, Bruna é professora das redes municipal e particular, é filiada a este sindicato e é membro do Conselho Municipal de Representantes deste Sindicato e seu primo Fernando Borges é prestador de serviços a esta entidade.
Segundo os relatos das vítimas, os policiais usaram de força bruta e desproporcional fato que será comprovado através de laudo do IML, e também foram bastante desrespeitosos com a utilização de palavrões, também em excesso.
Na delegacia, apenas a professora Bruna foi denunciada por desacato a autoridade. Acusação que a mesma nega veementemente.
Ressaltamos que na manhã de ontem, 04 de fevereiro, o professor Pedro Augusto Cavalcante, que também é coordenador deste sindicato fora abordado nas proximidades de sua residência, com a mesma truculência e desrespeito.
A coordenação ressalta que mesmo que a acusação contra a professora Bruna fosse verídica, nada justificaria os excessos cometidos pelos policiais e espera que o comando da PM de Parauapebas se manifeste quanto ao ocorrido, pois é inadmissível que pessoas despreparadas estejam nas ruas abusando da sua autoridade para aterrorizar cidadãos de bem”.

Em informação repassada à imprensa, o Comando do 23º Batalhão de Polícia Militar, que tem sede em Parauapebas, informou que a instituição precisa ser oficializada sobre a denúncia, para que possa iniciar as investigações através de sua corregedoria.

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