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Usuários das unidades de saúde são alertados sobre hipertensão

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Além das graves consequências que a pressão alta pode gerar, informações sobre prevenção foram reforçadas durante as palestras, entre as dicas se destacaram o cuidado com a alimentação e à prática de atividades físicas. A senhora Francisca Pereira de Almeida, 67 anos, aposentada, foi à Unidade de Saúde do Novo Brasil nesta sexta-feira (24) e participou da palestra.

“Achei muito bom ouvir essas informações. Vim para uma consulta hoje e mediram minha pressão e deu 16 por 10, vou vê isso com a médica”, disse a aposentada. Já o pedreiro Miguel dos Santos Costa, de 54 anos, disse que é hipertenso e começou a utilizar os serviços da unidade de saúde do Novo Brasil recentemente.


“Vim aqui nessa unidade pela primeira vez e fui bem atendido. Já sabia que eu era hipertenso, mas como eu dei uma parada nos remédios comecei a me sentir mal. Já consegui fazer minha consulta e marcar os exames”, destacou o senhor Miguel dos Santos.

A enfermeira Suênia Lima informou também que a rede pública desenvolve todo um trabalho de acompanhamento e monitoramento dos pacientes hipertensos. “Quando há uma suspeita da doença, solicitamos um mapeamento ao paciente, para que seja registrado pelo menos uma vez por dia, a sua pressão, isso durante uma semana. Essas informações são passadas ao médico, que solicita exames específicos e após o diagnóstico esse paciente será acompanhado regularmente com consultas pré-agendadas e receberá o medicamento para controle da pressão”, explicou a enfermeira.

“Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, na área da nuca, e tontura, mas nem sempre eles aparecem, por isso, palestras e sensibilizações como essas ajudam as pessoas a ficarem mais alertas quanto aos perigos da hipertensão”, reforçou a clínica geral Susi Maria Abreu.

Programa de acompanhamento

Em toda a rede pública, de acordo com a coordenação do Programa de Doenças Crônicas Não Transmissíveis da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), atualmente 5.074 pacientes hipertensos são acompanhados regularmente nas unidades de saúde, mas a estimativa é que o número de pessoas que já desenvolveram a doença é bem maior. Em casos mais graves, esses pacientes são encaminhados para o médico nefrologista, especialista na área, que também atende pela rede pública em Parauapebas.

Além de contar com o atendimento médico das unidades e o acompanhamento dos profissionais de enfermagem, os pacientes são beneficiados também com o trabalho dos agentes comunitários de saúde que colaboram no monitoramento do tratamento.

“A gente faz visitas de casa em casa e orienta a busca do serviço de saúde caso alguém sinta sintomas característicos da hipertensão. Para os que já participam do programa, a gente verifica a carteirinha e reforça a importância da medicação e das consultas”, informa a agente comunitária de saúde, Raimunda Oliveira Costa.

Reportagem e foto: Karine Gomes

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