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VÍDEO: Homem não paga programa à travesti e é golpeado com facão no Bairro Beira Rio

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Ao contrário do que se imagina, a prostituição nasceu bem antes das sociedades patriarcais, e até do machismo. E como em toda e qualquer relação comercial, onde uma das partes não cumpre o acordado, os desentendimentos também sempre foram, e continuam sendo frequentes.

Não é incomum ver vídeos nos quais profissionais do sexo, também conhecidas como prostitutas, “descem das tamancas” na hora de cobrar o cliente que se recusam em pagar; algumas destas brigas com fins vexatórios ou até trágicos para uma das partes envolvidas.


No balcão dos “negócios sexuais” cada um busca suas preferências e as vezes quem em um lugar é consumidor, em outro é visto sendo produto. Não existe também uma tabela fixa de valores, tendo como válido o combinado entre as partes.

Em Parauapebas, além das “casas” comerciais que oferecem este tipo de serviço, também tem os “ambulantes”, aqueles que oferecem seus serviços nas calçadas, esquinas e até pelas redes sociais; com destaque para os homossexuais, muitos deles transvestidos, dispostos a atender os clientes de acordo com suas preferências.

E foi em uma “transação” comercial desta natureza que surgiu o desentendimento que terminou com o “consumidor” gravemente ferido pelo seu fornecedor que, ao cobrar a dívida fez uso de um terçado, ferramenta que em algumas regiões brasileiras também é conhecido como facão.

Trata-se de Mateus Gomes (homossexual/fornecedor) que, ao ser apresentado na 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, contou que seu cliente, Davi de Carvalho, se negou a pagar pelos serviços o valor combinado de R$ 50,00.

A negação do pagamento causou revolta no homossexual que se armando com o terçado “partiu pra cima” do cliente velhaco com a ajuda de parceiros, danificando inicialmente sua moto; e na sequência da confusão, Mateus golpeou também os membros inferiores de Davi, além de alguns cortes leves no tórax.

Mateus Gomes (homossexual/fornecedor)

 

O delegado responsável pelo caso, Nelson Alves Junior, conta que a prisão do agressor se deu por lesão corporal de natureza grave contra seu cliente, motivo que o mesmo está sendo mantido à disposição da justiça até audiência de custódia onde se saberá se a acusação será mantida podendo ser convertida em prisão preventiva ou não.

Confira abaixo um vídeo que circula pelas redes sociais mostrando o momento da confusão:

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