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Com uma das maiores frotas de veículos do Pará, trânsito é cada vez mais caótico

Um município do interior que já tem porte de cidade grande. É assim que muitos definem Parauapebas quando o assunto é trânsito. O caos pelas ruas é percebido diariamente pela população. E não apenas pelos que têm veículo próprio, os passageiros do transporte alternativo também enfrentam transtornos.

Dona Maria Eugênia Silva de 35 anos depende diariamente das vans para ir e voltar do serviço e relata a demora em chegar ao seu destino: “É um sufoco diário um trajeto que era pra ser de 15 a 20 minutos dura até uma hora. É estressante!”.


De acordo com o DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito) de 2012 para 2013 o trânsito de Parauapebas recebeu mais de 10 mil novos veículos e se tornou a quinta maior frota do Pará. Mas as ruas e avenidas estão quase não suportando a grande quantidade de veículos. Uma das saídas do poder público municipal é a abertura de novas vias e duplicação de uma das principais rodovias da cidade: a Faruk Salmen um dos pontos mais característicos no que diz respeito a congestionamentos.

A comunidade vê todo esse investimento com boas expectativas, mas se preocupa com a segurança. Afinal de contas, não basta abrir novas vias e asfaltá-las é preciso que elas sejam devidamente sinalizadas com faixas, quebra-molas, semáforos e outros redutores de velocidade.

Já numa tentativa de prevenir os acidentes. Com base ainda em dados do DETRAN, Parauapebas tem em média um veículo para cada grupo de três moradores. São 15.278 carros de passeio, 29.331 motos e 11.713 veículos de outros tipos. Mas o problema não está na quantidade e sim no fato de pensar soluções para que o trânsito da cidade não entre em colapso e continue gerando imprudências e mortes. E neste processo a responsabilidade dos condutores é fundamental.

Reportagem: Anne Costa
Foto: Arquivo

 

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