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Dia da Amazônia é comemorado nesta sexta-feira (5)

Diversas iniciativas de proteção e conservação são desenvolvidas pela Vale no bioma

Nesta sexta-feira (5) é celebrado um dos patrimônios naturais mais valiosos do planeta: a Amazônia. Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de floresta, o bioma é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos. Dia 5 de setembro foi instituído, nacionalmente, como o Dia da Amazônia por ter sido a data de fundação da Província do Amazonas, em 1850, pelo então imperador Dom Pedro II.


A Vale tem sua maior operação de minério de ferro dentro deste bioma, o Complexo Minerador de Carajás, localizado na área da Floresta Nacional de Carajás (Flona). Também no bioma se localizam operações de cobre, como a do Salobo, além de estarem em andamento as obras do maior projeto da história da empresa, o Ferro Carajás S11D, entre outros empreendimentos.

Por estar tão presente na região, a Vale incorpora a sustentabilidade aos negócios e promove diversas iniciativas para a conservação e desenvolvimento da Amazônia.

Fundo Vale
Foi criado em 2009 para promover o desenvolvimento sustentável, de forma a multiplicar soluções transformadoras para as sociedades, mercados e meio ambiente. Atualmente, atua em seis estados da Amazônia de forma colaborativa, articulando parcerias para o desenvolvimento integrado dos territórios. Durante esses cinco anos de atuação, o fundo acumulou uma grande experiência na Amazônia e firmou parcerias com sociedade civil, governos e organismos internacionais referências em sustentabilidade. Já investiu aproximadamente R$ 95 milhões, em 43 iniciativas.

Uma das ações de destaque foi o trabalho para construir um modelo de agropecuária com viabilidade econômica e menor impacto ambiental, combatendo uma das principais causas do desmatamento no bioma. Além disso, colaborou com a proteção ou desenvolvimento de 230 mil km² de áreas em unidades de conservação, assentamentos e terras indígenas.

Floresta Nacional de Carajás (Flona)

Localizada no estado do Pará, a Floresta Nacional de Carajás (Flona) abriga minas de minério de ferro e manganês, e também receberá o S11D. Desde 1985, a Vale ajuda a proteger 400 mil hectares de mata nativa da floresta, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Atualmente, as operações em Carajás ocupam menos de 3% da Floresta Nacional.

Além disso, outras quatro áreas adjacentes, que totalizam 4.559,5 km², compõem o Mosaico de Unidades de Conservação da Região de Carajás, também protegido pela Vale, em parceria com o ICMBio. Essas regiões representam 70% das áreas que a empresa protege ou ajuda a proteger, seja na fiscalização, pesquisa, prevenção e combate a incêndios florestais e em atividades de educação ambiental. Todo esse apoio tem sido fundamental para evitar que a pecuária e a atividade de madeireiras avancem sobre a cobertura vegetal.

Viveiro de Mudas para reflorestamento
Outra iniciativa é a manutenção de um viveiro com capacidade para produzir 1,2 milhão de mudas, de 300 espécies da Floresta Amazônica, com o objetivo de recompor a vegetação de cerca de 10 mil hectares de terras no entorno da Floresta Nacional de Carajás.

Parque Zoobotânico Vale
Inaugurado em março de 1985, o Parque Zoobotânico Vale, em Carajás, ocupa uma área de 30 hectares, sendo 70% de floresta primária. Localizado no interior da Flona de Carajás, é direcionado à pesquisa e conservação da flora e da fauna locais, educação ambiental e entretenimento. Hoje é uma das principais fontes de lazer para a população de Parauapebas.

No parque, a conservação da biodiversidade, especialmente da fauna, é feita a partir da manutenção de exemplares, preferencialmente da região Amazônica. Além das onças pintada e preta, mantém casais de espécies de interesse para conservação. Atualmente, tem um programa com foco na reprodução em cativeiro que contempla duas espécies de aves ameaçadas de extinção: a arara-azul-grande e a ararajuba. “É uma área extremamente importante que, sob o ponto de vista de biodiversidade, constitui um grande ganho para o mundo, para a comunidade científica e para a preservação das espécies”, destaca a diretora de Meio Ambiente da Vale, Gleuza Jesué.

A Amazônia em números*
São 6,9 milhões de quilômetros quadrados de floresta, abrangendo nove países sul-americanos: Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. A área completa é chamada de Pan-Amazônia.

É a casa de aproximadamente 40 mil espécies de plantas e mais de 400 de mamíferos. Entre os pássaros são quase mil e trezentas espécies e, de insetos, o número chega a milhões.

No Brasil, que engloba cerca de 60% da bacia amazônica, o bioma cobre 4,1 milhões de quilômetros quadrados, o que corresponde a 59% do território nacional, em nove estados.

Possui a maior bacia hidrográfica do mundo, com cerca de um quinto do volume total de água doce do planeta. Cerca de 3 mil espécies de peixes deslizam por 25 mil quilômetros de águas navegáveis dos rios da região. Nas suas margens vivem mais de 24 milhões de pessoas, incluindo cerca de 342 mil indígenas de 180 etnias distintas, além de ribeirinhos, extrativistas e quilombolas.

**Fontes: Livro ‘Biomas Brasileiros’ (Conservação Internacional)

Site oficial do Greenpeace

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