Publicidade

MACABRO: Em Parauapebas, polícia investiga veracidade de vídeo de assassinato cruel

Foto embaçada em respeito aos nossos internautas e familiares da vítima

A cena é assustadora e mexe com a emoção de pessoas que têm o mínimo sentimento pelos seus semelhantes. Com a exposição frequente de vídeos contendo qualquer cena que se queira mostrar, a internet tem sido visor de cenas de crimes, o que inquieta populares e chama a atenção das autoridades policiais.

Desta vez, a população foi surpreendida com um vídeo cujo conteúdo é um ato de extrema violência, em que um jovem confessa ser membro do Comando Vermelho, facção criminosa que propaga o terror e está sempre disputando território com o PCC (Primeiro Comando da Capital), outra facção com o mesmo poder terrorista.


Mas, além do vídeo do jovem, aparece um segundo vídeo em que a vingança do PCC contra o integrante do Comando Vermelho foi consumada, tendo lhe cortado a cabeça e aberto do tórax ao abdômen. Os executores não mostram os rostos, mas em um dos vídeos, conversam com a vítima ainda viva e mandam recado enquanto exibem o resultado da execução em outro vídeo.

 

A equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar procurou o delegado Gabriel Henrique, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas para entender a real situação e saber se o caso se deu mesmo em Parauapebas.

De acordo com o delegado, uma equipe já está executando uma investigação preliminar na tentativa de apurar se o mostrado neste vídeo aconteceu mesmo em Parauapebas ou apenas foi inserido áudio para plantar o pânico e terror na população local.

 

A primeira informação já foi confirmada pelo delegado, dando conta de que o jovem já residiu em Parauapebas, porém, não soube informar se o ocorrido foi aqui. “Mas, a gente solicita à população de Parauapebas que se, porventura, encontrar o corpo, entrar em contato com a polícia para que possamos fazer as investigações e chegar aos autores do delito”, explica Gabriel Henrique, contando que tem registro de pessoa desaparecida e que agora será investigado se trata da mesma.

Quem souber de alguma informação que leve a elucidação deste caso, ou queira fazer outras denúncias, poderá manter contato através do número 181, disponível 24 horas por dia, todos os dias, ou comparecer na Delegacia de Polícia Civil. O nome do denunciante é mantido no mais absoluto sigilo.

O comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Major Gledson Santos, também foi procurado pela equipe de reportagens do Portal Pebinha de Açúcar, porém, disse que ainda está buscando embasamento no caso para depois se pronunciar.

 

Compartilhe essa notícia

Tags

Veja também

Fechar Menu