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Nível do Rio Parauapebas sobe um metro em poucas horas e Defesa Civil socorre famílias

Apesar da aparente trégua nas chuvas, o nível das águas do Rio Parauapebas continua subindo; alimentado pelos afluentes, que agora têm desaguado nele o que coletaram ao longo dos dias chuvosos.

E foi isso que pegou muitos moradores de surpresa, especialmente os que moram em bairros nas proximidades do rio. Os mais atingidos foram os bairros Liberdade, II e União, onde moradores tiveram que ser removidos às pressas por equipes da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), que trabalham desde as primeiras horas da madrugada desta quinta-feira (8) resgatando famílias.


Os principais pontos atingidos são as ruas “O”, bairro União, onde o Rio Parauapebas desabrigou várias famílias. Perto dali, na rua de acesso aos bairros Liberdade e Liberdade II, uma das pontes ficou quase interditada devido ao nível do Igarapé Ilha do Coco ter subido bastante.

Ainda no Liberdade, a Rua Pará foi uma das mais atingidas, onde até carros foram ‘engolidos’ pelas águas e diversas casas ficaram alagadas.

“Todos os órgãos ligados à SEMSI estão em estado permanente de alerta, Defesa Civil, Guarda Municipal e DMTT, além de secretarias ligadas à questão que requer, no momento, total atenção”, garante o Secretário Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão, Wanterlor Bandeira, detalhando que são quatro caminhões disponíveis para remanejar as famílias das áreas de risco ou que já estejam alagadas, amparando-as.

 

Quanto à estrutura do governo, através da SEMSI e demais secretarias para abrigar as pessoas que necessitem de apoio, Wanterlor garante que está tudo dentro do planejamento e, além de barracas tipo casas, as quadras esportivas, galpões e demais espaços que sejam necessários. A COMDEC está à disposição para atender a população podendo ser acionada através do telefone: 3356-2597, número que atende 24 horas por dia.

Um dos bairros que também está sob o olhar da Defesa Civil é o Residencial dos Minérios, Wanterlor afirmou que 63 famílias resistem em permanecer em suas casas, porém são monitoradas para que no momento da real necessidade elas sejam socorridas. “As famílias em área de risco naquele bairro ao sair de lá devem permanecer em moradia paga com recurso destinado ao aluguel social, já que todos estão cadastrados no Projeto de Habitação, sendo todos direcionados para o residencial Alto Bonito, tão logo sejam concluídas as obras ali”, esclarece Wanterlor Bandeira.

Reportagem: Francesco Costa / Fotos: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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