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Produção de grãos anima pequenos e médios produtores em Parauapebas

O primeiro Senso Agropecuário realizado em fevereiro de 2013 na zona rural de Parauapebas apontou as principais demandas e carências do município no que diz respeito à produção agrícola. Uma das safras que mais sentiu o reflexo deste trabalho foi a do milho.

Cem amostras de terras foram analisadas em Belém para um trabalho mais preciso, a pesquisa revelou os insumos certos para cada área.
Para trabalhar com mais eficiência, a Secretaria Municipal de Produção Rural (SEMPROR), dividiu seus profissionais em seis equipes, cada uma delas é responsável por uma área, fazendo o trabalho fluir mais rápido. “A terra do produtor passa por uma série de procedimentos até ficar apta para as plantações, eles foram atendidos inicialmente com a preparação de dois hectares, depois deste processo foi fornecido cerca de 700 quilos de calcário por hectare para fazer a correção da acidez do solo e seguida foi feito a gradagem (preparação do solo para o plantio), logo após o milho foi entregue para ser plantando em toda essa área”, informa Diego Ribeiro, zootecnista e responsável pela região da Vila Paulo Fonteles, zona rural de Parauapebas onde cerca de 270 famílias são atendidas só com o plantio de milho, também foram cedidas de três a quatro sacos de adubos.


Segundo Diego, a cada seis sacas de milho colhidas, duas devem retornar para a Sempror e é armazenada para plantios futuros. “Cada região é favorecida com um zootecnista, um veterinário, um agrônomo e dois técnicos agrícolas e este grupo está frequentemente no campo”, pontuou.

Pelo fato de Parauapebas ser intitulada como a “Capital do Minério”, ainda segundo o coordenador, os colonos estavam desanimados com a produção agrícola, mas que a partir dos incentivos recebidos eles já estão encarando de uma forma diferente, vendo que terra pode dar uma boa renda. “Normalmente esses produtores criam animais que consomem o milho que até então era necessário comprar e o retorno financeiro era desanimador, hoje em dia eles plantam e a parte que excede o consumo é vendida no mercado parauapebense”, disse.

De acordo com Diego Ribeiro, a SEMPROR já tem uma parceria firmada com o primeiro Campus Universitário de Parauapebas, a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). “Os alunos vão acompanhar todos os processos e poderão fazer pesquisas”, declarou o zootecnista, acrescentando que a prefeitura dar total apoio aos trabalhos realizados.

Reportagem e foto: Stéfani Ribeiro – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

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