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Situação caótica da coleta de lixo revolta populares em Parauapebas

Mesmo sendo um dos municípios mais ricos de todo o Estado do Pará e da região norte do Brasil, Parauapebas vem passando por vários problemas relacionados à áreas como habitação, saneamento básico, violência e principalmente no que diz respeito à coleta de lixo doméstico e inclusive hospitalar.

Durante esta semana, a equipe de reportagem do Portal Pebinha de Açúcar recebeu várias denúncias através do nosso WhatsApp (94) 99121-9293 sobre a demora na coleta de lixos em vários bairros da cidade.

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Há relatos de moradores que denunciaram que a coleta não está sendo feita pela Prefeitura de Parauapebas há quase um mês, como foi o caso da dona-de-casa Maria de Souza e Silva, que reside no loteamento Amazônia. “Isso é uma vergonha, Parauapebas é uma cidade tão rica e estamos vivenciando um estado de abandono que vem sendo causado por essa atual administração. O prefeito não toma as medidas corretas e os vereadores que têm o papel fundamental de fiscalizar a prefeitura, infelizmente estão envolvidos em corrupção. Só temos que pedir a Deus que nos abençoe, não podemos esperar nada desses que se dizem nossos representantes”, desabafou.

Na manhã desta sexta-feira (5) a equipe de reportagem da Rádio Arara Azul FM, durante o Programa “Alerta 96”, apresentado por Elson Brito e com reportagens de Rodrigo Cardoso, mostrou claramente que não é apenas na coleta de lixo doméstico que a Prefeitura de Parauapebas vem deixando a desejar, a coleta de lixo hospitalar também passa por dificuldades e vem colocando a vida de várias pessoas em risco.

O repórter Rodrigo Cardoso presenciou vários tipos de lixo hospitalar espalhados na Rua Belém, bairro Primavera, fundos do Hospital Municipal Teófilo Soares e denunciou que a coleta não vem sendo feita há vários dias, e o pior, os lixos patológicos podem afetar diretamente os populares que passam pelas proximidades.

No momento em que Rodrigo Cardoso estava no ar, ao vivo na Arara Azul FM, misteriosamente um funcionário da Prefeitura de Parauapebas apareceu e começou a recolher o lixo hospitalar que estava jogado no chão, e de forma errada, o funcionário público misturou o lixo hospitalar com o lixo comum e afirmou que o mesmo seria encaminhado ao Aterro Municipal de Parauapebas.

Danos à saúde humana e ao meio ambiente que o lixo hospitalar pode trazer

Esse lixo representa um grande perigo à saúde, uma vez que pode estar contaminado com microorganismos causadores de doenças. O lixo produzido no ambiente hospitalar inclui lixo biomédico, tais como agulhas e seringas sujas, produtos químicos, lixo farmacêutico, materiais radioativos (de raios X, etc.) e lixo em geral. O risco resultante do lixo médico infeccioso é considerável – por exemplo, do vírus HIV, da hepatite B e de doenças que estão voltando, tais como a febre amarela, a tuberculose e a febre tifóide e merece atenção especial.

Nota da prefeitura de Parauapebas

Através de sua Assessoria de Comunicação (Ascom), a Prefeitura Municipal de Parauapebas nos enviou a seguinte nota:
“O atraso ocorreu devido a ajustes na renovação do contrato da empresa locadora dos caminhões compactadores que realizam a coleta. O contrato já foi regularizado e desde a última segunda-feira, 1º, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb) vem trabalhando para normalizar o serviço em todos os bairros. Qualquer solicitação ou reclamação pode ser feita pelo número do Whatsapp 9-8808-0295”.

Reportagem: Bariloche Silva – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar
Fotos: Rodrigo Cardoso e enviadas via WhatsApp por internautas do Pebinha de Açúcar

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