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Vigilante morre vítima de atropelamento em Parauapebas

A vítima estava de bicicleta e com o impacto da colisão veio a óbito no local.

O condutor do Cobalt, Rodson Valdo Matos Franca, prestou socorro à vítima e se manteve tranquilo acompanhado pelos Policias da PRE (Polícia Rodoviária Estadual) que esteve no local. Foi acionado ainda o IML e Polícia Civil para os procedimentos de praxe.

O agente municipal de trânsito, Willians Martins disse que ali não é ponto de acidentes frequentes, mas acredita que após a extensão da Rua “E”, desafogará o trânsito naquele trecho da rodovia tirando as possibilidades de eventualidades como essa.

O corpo da vítima foi recolhido e o condutor do veículo foi ouvido em depoimento; por tratar-se de homicídio culposo e por ter prestado socorro à vítima, foi liberado e deverá responder em liberdade pela fatalidade ocorrida.

Reportagem e fotos: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Franquia ORTOBOM chega a Parauapebas

Valter Marcondes Amaral tem planos para o crescimento dos negócios em Parauapebas! Afinal, o produto que vende tem reconhecimento nacional e aprovação de todos os que usam.

Trata-se de camas, colchões e acessórios ORTOBOM, que já estão disponíveis na loja inaugurada na noite de ontem, 22, terça-feira, quando os produtos foram apresentados. “Nosso objetivo é trazer um produto inovador, já que a ORTOBOM é a líder no segmento de camas. Apostamos no seleto público que temos, por isso trouxemos produtos que atendam a todos os gostos”, assegura Valter Marcondes Amaral, sócio-proprietário da franquia ORTOBOM em Parauapebas. Ele conta que além de camas que variam de R$ 500 a R$ 10 mil, a loja vende travesseiros, espumas especiais, colchas e itens para enxovais.

De acordo com orientação de Valter, as camas e colchões devem ser adquiridas de acordo com o que precisa cada cliente, observando o peso e as condições físicas. E garante: “Algum item específico que não tenhamos aqui, tipo algo sob medida, pedimos para o cliente”. E cita os casos de
colchões fisioterapêuticos, anti-refluxo etc. fabricados em uma das 16 fábricas do grupo Ortobom que disponibiliza nas cerca de 2 mil lojas franqueadas de sua marca.

Garantia de credibilidade

Fundada em 1967, há 48 anos em São Paulo, a Ortobom iniciou suas atividades no ramo metalúrgico, fabricando camas, mesas para televisão, etc. Com o passar dos anos a empresa começou a comprar blocos de espuma para a confecção de colchões, que harmoniosamente se casavam com essas camas visando aumentar seu ramo de atividades.

Em 1975 foi inaugurada no Rio de Janeiro uma fábrica especializada na fabricação de colchões e desativada a produção de camas, especializando-se exclusivamente na fabricação de colchões. Naquela época os colchões eram confeccionados com algodão desfiado entre outros materiais e vendidos no atacado, pois não existia ainda o sistema de Lojas.

A marca Ortobom surgiu da junção da palavra ortopedia (ramo da medicina que cuida da anatomia humana) e da palavra bom; dando a ideia de um colchão que oferece além de conforto, cuidados com a saúde. Devido ao grande esforço despendido em planejamentos estratégicos a longo prazo, a Ortobom soube perfeitamente aproveitar a fase próspera de seu negócio e deixou de ser uma indústria de transformação para ser uma indústria de base; fabricando a própria matéria-prima para confecção de seus produtos.

Reportagem: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar
Fotos: Israel Lira / Pebinha de Açúcar

OBS: Para ampliar a imagem, clique na foto!

Parauapebas terá “Hora do Mamaço”, dia 08 de agosto na Praça Mahatma Gandhi

Em Parauapebas, o movimento é organizado pelo grupo “Grupo ALMA – ALeitamento Materno com Amor”. A iniciativa surgiu a partir de uma idealização feita pela comunidade Aleitamento Materno Solidário – AMS Brasil.

Essa é a primeira edição que o evento é realizado em Parauapebas. No ano passado apenas as cidades de Altamira e Belém tiveram representantes na “Hora do Mamaço” no estado do Pará.
A Hora do Mamaço é um evento internacional que acontecerá ao mesmo tempo em vários países onde mães e demais membros da sociedade se organizarão para juntos incentivarem, apoiarem e/ou amamentarem seus bebês, como forma de conscientizar a população de forma positiva e sem agressões, sem ameaças e sem discriminações, para a importância do aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, em qualquer hora e lugar.
Este ano, o tema definido pela WABA (Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação) para a SMAM (Semana Mundial de Aleitamento Materno) é “Mulher Trabalhadora que amamenta: vamos tornar possível!”, onde as cidades participantes realizarão PASSEATAS em locais estratégicos com faixas e cartazes, em prol uma licença maternidade e paternidade mais dignas como uma de nossas bandeiras de campanha para 2015, e o incentivo para que a prática da amamentação em Parauapebas, no Brasil e no mundo seja valorizada e apoiada.

Página da organização Hora do Mamaço em Parauapebas:
https://www.facebook.com/grupoalma.pa

Parcerias
A “I Hora do Mamaço em Parauapebas”, contará com a organização do Grupo ALMA, mas com o apoio da Associação de moradores do bairro Apoena, e de outos grupos, associações e entidades que abraçaram a causa, além de renomadas empresas locais e brasileiras como Lansinoh, D’epil, Spaço Fisio, D&R Consultoria Interdisciplinar e Ramos Publicidade. No dia 08, uma equipe de profissionais que também compõem o ALMA nas orientações sobre a importância do aleitamento e contribuem para o empoderamento materno, estarão presentes para apoiar o movimento. De acordo com a coordenadora e idealizadora do Grupo ALMA, a Fonoaudióloga e Consultora em Aleitamento Materno Rita Maia, apoiar a Hora do Mamaço significa reafirmar que o leite materno é o melhor alimento para o bebê. “Ninguém é menos mãe ou mais mãe por amamentar ou por não amamentar, mas acreditamos que qualquer mãe, qualquer mulher, qualquer pessoa podem ser multiplicadores das nossas informações”, enfatiza Rita.
O grupo defende que crianças devem ser criadas de forma consciente a fim de garantirem seu direito de amamentar, e ainda desejamos que todo o sul e sudeste do Pará possam aderir à visão, para que tenhamos mães acolhidas e apoiadas em sua decisão de maternar o tempo que for possível.

Aleitamento Exclusivo
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o Aleitamento deve ser exclusivo até o sexto mês. Toda mãe é plenamente capaz de nutrir o seu bebê, se orientada e apoiada corretamente. Segundo dados do Ministério da Saúde, a prática do aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida, por si só, reduziria em até 13% a mortalidade infantil no Brasil. O índice representa 7.800 mortes a menos de crianças a cada ano.

Grupo ALMA
Assim, a partir de maio de 2015, com toda a ousadia, mas também com toda boa vontade e pureza de propósitos do mundo, propusemos a criação do nosso Grupo ALMA, a partir do desejo inicial de representarmos o movimento nacional da “Hora do Mamaço”. Esse é um compromisso público que temos almejado há algum tempo.
O Grupo ALMA – ALeitamento Materno com Amor surgiu em 03 de maio de 2015, com toda a ousadia, mas também com toda boa vontade e pureza de propósitos do mundo, através de um grupo de amigas, evoluindo após para um grupo no whatsapp que conta com mais de 70 mulheres reunidas 24h por dia discutindo temas como saúde, gestação, parto, amamentação, introdução de alimentos sólidos e criação de seus filhos na intenção de compartilhar experiências positivas e negativas. Foi então que propusemos a criação do nosso Grupo ALMA, a partir do desejo inicial de representarmos o movimento nacional da “Hora do Mamaço”. “Esse é um compromisso público que temos almejado há algum tempo” – afirma Rita. Hoje já nos tornamos um grupo físico organizado, onde promovemos reuniões, encontros e comemorações de acordo com a disponibilidade de muitos. Ainda somamos com outros indivíduos, empresas, associações e entidades, que de forma indireta, também participam e apoiam o nosso projeto.
Todos os que queiram se juntar a esse movimento e ao grupo serão aceitos e muito bem vindos.

SALOBO: Vale bate recorde de produção de cobre com projeto em Marabá

O projeto Salobo, da empresa em Marabá, bateu o projeto Sossego, localizado em Canaã, e já dá o retorno dos investimentos bilionários que a Vale vem fazendo desde 2012.

No semestre, Salobo produziu 73,2 mil t de cobre, enquanto Sossego produziu 56,2 mil t. Para se ter ideia do crescimento do projeto de Marabá, basta-se ter em mente que no mesmo período do ano passado ele produziu 40,8 mil t. Ou seja, em um ano, a Vale aumentou a produção de cobre em 92,9% no solo marabaense.

De acordo com a Vale, o recorde de Salobo se deve ao ramp-up da etapa Salobo II, uma espécie de expansão do projeto para aumentar a capacidade de retirada de cobre contido. Além de cobre, dos projetos Sossego e Salobo saíram milhares de toneladas de onça de ouro no primeiro semestre, precisamente 43 mil e 110 mil, respectivamente – dois recordes.

NÍQUEL

Em Ourilândia do Norte, a produção do projeto Onça Puma foi, de acordo com a Vale, de 12 mil t. No período, Onça Puma sofreu breve parada a fim de realizar algumas melhorias
planejadas para a planta. É uma produção semestral de níquel razoavelmente melhor que a do ano passado.

Reportagem especial: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar
Foto: Arquivo

MAIS MINÉRIO, MENOS EMPREGO: Vale bate recorde de produção à custa do minério de Parauapebas

Minas de N4E, N4W, N4WS e N5, na Serra Norte de Carajás, município de Parauapebas. É daí, desse complexo minerador denominado Sistema Norte, que a mineradora Vale retirou a maior fatia do minério de ferro que ela vendeu no primeiro semestre deste ano e fez de seu segundo trimestre (correspondente aos meses de abril, maio e junho) o melhor da história, em se tratando de produção física.
Isso é o que a própria Vale acaba de anunciar nesta manhã de quinta (23), no Rio de Janeiro, a investidores do mundo inteiro.

Da porta do prédio da Vale, na cidade do Rio, local dos holofotes e tomadas de decisão que interessam à empresa, à portaria de acesso a Carajás, em Parauapebas, de onde sai o melhor minério de ferro do globo, são 2.722 quilômetros, um distância tão grande quanto o fosso social que impera em Parauapebas, município assentado sobre muito minério e imerso em mazelas sociais que destoam do que sempre foi propagandeado a seu respeito: um dos mais ricos do Brasil em Produto Interno Bruto (PIB).

No primeiro semestre deste ano, a Vale retirou de Parauapebas 59,13 milhões de toneladas (Mt) de minério, com teor médio de ferro de 65,1%. É 12,3% a mais que o retirado no mesmo período do ano passado, um volume de 52,65 Mt.

Na prática, os números de produção da empresa cruzados com indicadores sociais de Parauapebas para o mesmíssimo semestre apontam que a Vale aumentou sua produção física na Serra Norte na mesma velocidade em que a arrecadação local caiu assombrosamente e o desemprego cresceu – e esta questão, para quem não está no Rio de Janeiro, e sim em Parauapebas, é mais grave e desesperadora. O município produtor de minério ganhou, no semestre, mais 2.168 novos desempregados, e a tendência é piorar.

O MINÉRIO ‘NOSSO’…

Detalhadamente, a Vale retirou das minas parauapebenses 27,52 Mt de ferro no primeiro trimestre deste ano e outros 31,61 Mt no segundo trimestre. Além disso, retirou também mais manganês da mina do Azul: foram 346 mil toneladas (t) no segundo trimestre e 407 mil t no primeiro trimestre, totalizando 753 mil t no primeiro semestre deste ano, o que representa crescimento de 7,4% em relação à produção de manganês do ano passado.

Somando todo o minério de ferro que retirou Brasil afora no primeiro semestre de 2015, a Vale totalizou 159,8 Mt, muito mais que os 150,5 Mt do primeiro semestre de 2014. Além do complexo minerador de Sistema Norte (ou Carajás), que compreende as serras Norte (Parauapebas), Sul (Canaã dos Carajás) e Leste (Curionópolis), a Vale opera os sistemas Sudeste e Sul, no Estado de Minas Gerais, e Centro-Oeste, no Estado de Mato Grosso do Sul. Mas está aqui no Pará o melhor produto e, inclusive, o motivo do crescimento da produção este ano: melhores condições climáticas da mina de N4WS, em Parauapebas.

…E O LUCRO DELES

Apesar do crescimento da produção física da empresa, o que os investidores – que nada têm a ver com Parauapebas e seus macroproblemas socioeconômicos – querem mesmo é saber o resultado financeiro da empresa, que deve ser divulgado no próximo dia 30. É que, embora a quantidade de minério de ferro produzida tenha aumentado, o preço da commodity foi mal das pernas durante o semestre, e isso impacta nos ganhos, lucros e resultados da mineradora e seus acionistas.

No tocante a Parauapebas, que nada teve a comemorar no semestre, nem é preciso esperar o dia 30 de julho para saber os efeitos do preço baixo do minério. Isso porque a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem), os royalties de mineração, uma das principais fontes de receita do município, caiu drasticamente no semestre, atingindo seus menores valores dos últimos cinco anos. De uma média de R$ 30 milhões por mês, os royalties afundaram a R$ 10 milhões. No final das contas, é possível dizer que, enquanto a população de Parauapebas cresce e seus problemas ampliam-se, suas finanças mínguam.

O maior volume extraído, para além de encher o ego da Vale perante seus concorrentes globais, só é bom para o Governo do Estado do Pará, que lucra à custa de Parauapebas em cada tonelada de minério – seja ele ferro ou manganês – extraído, particularmente com a Taxa de Fiscalização de Recursos Minerais (TFRM), que desde que entrou em ação, em 2012, já botou quase R$ 1 bilhão na conta de governo administrada por Simão Jatene, grande parte desse valor oriunda de Parauapebas – fato que até mesmo sua população e seus políticos desconhecem.

E assim, livre, leve e solta, a Vale segue firme em sua sina de exaurir o principal recurso mineral da fantasiosa “Capital do Minério”, que, daqui a pouco, assim como já perdeu a graça dos investimentos por parte da mineradora, vai perder sua importância para Canaã dos Carajás tão logo a operação do projeto S11D tenha start-up.
Enquanto isso não acontece, resta torcer para que este segundo semestre de 2015, pelo menos em termos de geração de empregos em Parauapebas, seja “menos pior”. Todo o resto parece muito distante da realidade do município. Mas somente parece.

Reportagem especial: André Santos – Colaborador do Portal Pebinha de Açúcar
Foto: Arquivo

Vale tem produção de minério recorde para segundo trimestre

Mesmo diante de períodos turbulentos com a contração das aquisições da China, a produção própria de minério de ferro da Vale atingiu 85,3 milhões de toneladas entre abril e junho, a segunda maior produção da história da companhia e a maior produção da empresa para um período de segundo trimestre. O montante representou uma alta de 7,4% em comparação a igual período do ano passado, quando foram produzidas 79,448 milhões de toneladas do insumo. Na comparação com as 74,523 milhões de toneladas produzidas nos três primeiros meses de 2015, houve alta de 14,4%.

Com relação à produção de pelotas, foi registrado no segundo trimestre 12,237 milhões de toneladas, 23% acima ante igual período de 2014, quando a produção foi de 9,951 milhões de toneladas. Em comparação com o primeiro trimestre, o aumento foi de 7,5%.

Assim, no primeiro semestre, a produção própria de minério de ferro da Vale totalizou 159,813 milhões de toneladas, um aumento de 6,2% em relação aos seis primeiros meses do ano passado — enquanto a produção de pelotas, somando 23,625 milhões de toneladas no primeiro semestre, avançou 18,8% na mesma comparação.

A Vale informou ainda que a produção de cobre correspondeu a 104,9 mil toneladas entre abril e junho, 29,5% acima das 81 mil toneladas produzidas em igual intervalo do ano anterior. Segundo a companhia, foi o melhor desempenho para um segundo trimestre na produção de cobre. Perante os três primeiros meses do ano, no entanto, houve baixa, de 2,1%.

Em níquel, a companhia registrou produção de 67,1 mil toneladas, elevação de 8,7% ante o segundo trimestre de 2014, quando foram produzidas 61,7 mil toneladas, mas teve recuo de 3% em relação ao trimestre inicial deste calendário.

No caso do carvão, a Vale produziu 2,012 milhões de toneladas, uma queda de 8,9% na comparação com o intervalo de abril a junho do ano passado, mas aumento de 18,7% no confronto com janeiro a março de 2015.

Mutirão de Saúde leva atendimentos a moradores da zona rural de Tucumã

A equipe da Secretaria de Saúde formada por médico, odontóloga, enfermeiro, técnico de enfermagem, agentes comunitários de saúde, entre outros profissionais, realizaram os atendimentos na área rural, no qual desde da inauguração da Unidade de Saúde da Agrovila do Cuca ficou definindo que serão realizados mensalmente.
“Estamos com uma excelente equipe para atender todos os moradores, nosso objetivo é aproximar os serviços de saúde do nosso município para a população que está mais distante da cidade, e o prefeito Adelar Pelegrini vem nos solicitando frequentemente que a população da zona rural também seja inserida nos atendimentos médicos”, frisa Ricardo Freitas, secretário de Saúde.

Atendimentos – Os moradores da Agrovila do Cuca receberam procedimento e atendimentos odontológico sob a coordenação da Dra. Luzilene Naziozene sendo auxiliada pela Agente Comunitária de Saúde Edna Maria e os procedimentos realizados foram: Prevenção e promoção de saúde; orientação de higiene bucal (O.H.B); aplicação tópica do flúor (A.T.F); exodôntias; distribuição de próteses (Prótese Total – PT); prótese parcial removível(PPR); distribuição de kits de higiene bucal (Escova, creme dental e fio dental).

De acordo com a odontóloga especialista em cirurgia buco – maxilo e traumatologista facial e coordenadora em saúde bucal da prefeitura de Tucumã Dra. Luzilene Naziozene explica que também houveram encaminhamentos para o Centro de Especialidades Odontológico (CEO) que segundo a profissional de saúde não e realiza procedimentos básicos, mas por se tratar dos pacientes da zona rural, tiveram encaminhamentos para o Centro de Especialidades Odontológico para a realização de tratamentos pelos os especialistas da unidade.

Vacinação – Dra. Patrícia Maria Witeck coordenadora da vigilância em saúde com apoio das técnicas de enfermagens Gloria Helena Borges, Lucia Albuquerque, Jéssyca Silva Ribeiro e Agentes Comunitário de Saúde Raimundo Batista, Leidiene Ribeiro e Evando, procedimentos atualização das campanhas de vacinas.

Após as consultas, os pacientes ainda contaram com a distribuição gratuita de medicamentos recomendados pela médica Dr. Juliana Alves Fernandes, como os de controle de hipertensão e diabetes, analgésicos, e outros.

Obra de recuperação da VS-10 está paralisada e deixa população revoltada

“Não é de hoje que reportagens são feitas sobre uma das principais vias de acesso a vários bairros, dando conta de que em toda sua extensão no perímetro urbano está praticamente intrafegável”.

Iniciava assim a matéria publicada neste portal no dia 7 de maio deste ano. O resultado foi bom, aparentemente, tendo como resultado uma nota da Prefeitura Municipal que, via Assessoria de Comunicação, que garantiu a previsão para o início dos serviços na VS-10 para a semana seguinte (de 11/05 a 16/05), sob a justificativa de que “Naquele momento, a Secretaria aguardava liberação de contrato de equipamentos de terraplenagem para início dos trabalhos nas áreas urbana e rural”.

De fato, as obras iniciaram, mas para surpresa dos moradores e dos que por ali passam, paralisou no dia 3 de junho, véspera do feriado de Corpus Christi. “Pensei que não tivessem vindo por causa do feriado, mas depois os dias foram se passando e nunca mais voltaram”, conta Alaide Alves, moradora das proximidades, relatando o que todos que por ali passam e notam: Devido ao grande fluxo de veículos, aquela via já está quase intrafegável de novo. Nossa equipe de reportagens foi ao local na tarde de ontem (22) e ouviu condutores que não tecem nenhum elogio ao serviço de recuperação ‘não prestado’. “Este asfalto é novo e já está assim todo estragado! Nota-se uma falha já em sua construção”, reclama Wando Carlos, que mora em loteamento em torno da VS-10. Ele tem que passar ali pelo menos quatro vezes por dia.

Outros reclamantes são operadores dos transportes de passageiros que citam o atraso em chegar nos respectivos itinerários devido o tempo a mais que gastam para ir e vir naquela vicinal.

Reportagem e fotos: Francesco Costa – Da Redação do Portal Pebinha de Açúcar

Papão é pressionado, leva 2, mas avança na Copa do Brasil

Em um primeiro tempo em que a defesa bicolor levou a melhor diante do ataque tricolor, a etapa final foi cheia de emoção, com dois gols a favor dos donos da casa, com Souza e Kieza, ambos na reta final do segundo tempo, o que não foi suficiente para o Bahia.

Agora, o Bicola passa para as oitavas da competição nacional, esperando o adversário que sairá de sorteio. No pote B, o Paysandu vai pegar um adversário do pote A, que pode ser Cruzeiro, Atletico-MG, São Paulo, Corinthians, Inter, Grêmio, Flamengo ou Fluminense.

O próximo jogo do Paysandu será neste sábado (25), às 16h30, contra o CRB-AL, pelo Campeonato Brasileiro da Série B.

1º Tempo: Missão quase cumprida – O primeiro tempo de Bahia e Paysandu foi como o previsto antes da bola rolar. Precisando da vitória, o Tricolor baiano se mandou para cima do Papão e tentou surpreender desde o começo do jogo, na chamada base do ‘abafa’.

O Paysandu, entretanto, mostrou que os donos das casa não teriam vida fácil e levou perigo em alguns lances de contra-ataque. Na melhor oportunidade usando esta arma, Jhonnatan entrou livre na área e tinha Souza esperando para finalizar ao lado, mas o volante se atrapalhou e perdeu boa chance.

O Bahia, então, viu que não tinha espaço pelo meio e passou a exageradamente cruzar bolas na área da equipe de Dado Cavalcanti, e teve algumas chances, como na testada de Kieza, após cobrança de escanteio, que passou ao lado.

Mas foi na bola parada que quase o placar foi aberto nos primeiros 45 minutos. Em falta na entrada da área, Ávine cobrou com maestria, mas a bola caprichosamente bateu no travessão. Foi o melhor momento do primeiro tempo, que terminou sem gols.

2º Tempo: Sufoco, dois gols, mas classificação – Já no segundo tempo, a tônica foi parecida com os 45 minutos iniciais. Ataque do Bahia contra defesa do Paysandu, que foi muito bem e anulava as principais alternativas do adversário até a reta final do jogo.

A partir dos 30 minutos, porém, a maré virou e o Tricolor passou a dar as cartas em campo e no placar. Isso porque após a bola ser cruzada na área, Thiago Martins colocou o braço. Pênalti. O volante Souza foi para a bola e colocou na rede. 1 a 0.

A partir daí, as bolas na áreas que já freqüentavam a área do Paysandu, praticamente não saíram mais de lá. Em um dos momentos de bobeira dos defensores alvicelestes, foi o atacante Kieza que aproveitou, dominando, driblando Emerson e tocando para a rede. 2 a 0.

No final, o sufoco foi grande. O Bahia foi para o tudo ou nada e abriu mão da defesa para tentar um gol milagroso que levasse a partida para os pênaltis, mas o goleiro Emerson e o sistema de defesa do time armado por Dado Cavalcanti conseguiram segurar o placar e a classificação.

Reportagem e foto: ORM News

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